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Saúde > Programação Neurolinguística ajuda a superar fobias
Especialista explica como a Programação Neurolinguística ajuda a superar fobias


Problemas e distúrbios psicológicos, como as fobias, estão cada vez mais presentes na vida moderna, principalmente devido ao estresse do dia a dia. E a Programação Neurolinguística é um grande apoio para a resolução dessas questões.

Presidente da SLAPNL (Sociedade Latino Americana de Programação Neurolinguística), André Percia afirma que a superação de fobias é realmente um dos "carros-chefes" da metodologia.
“A PNL tem a reputação de ajudar a fazer com que as pessoas tenham uma reação diferente e mais saudável diante das fobias, e num tempo bem menor. Há muitos casos de superação em uma única sessão”, garante o especialista.

Ele reforça que há uma diferença básica entre "medo", "desconforto" e "fobia”. “Nesta última categoria, a pessoa tem a forte sensação de se sentir mal, além do fato de precisar evitar a qualquer preço o objeto ou a situação.”

A formação da fobia se dá quando um forte sentimento ou uma sensação são experimentadas na presença de determinada situação, circunstância, contexto ou objeto. As relatadas com frequência envolvem: elevadores, avião, falar em público, sair de casa e iniciar relacionamentos.

Elas estão classificadas em três tipos:
  • Agorafobia: Medo de estar em lugares públicos onde há dificuldades de retirar-se ou sem ser percebido;
  • Fobia social: Medo perante situações nas quais a pessoa possa estar exposta a observação, comentários ou humilhação;
  • Fobia simples: Medo diante de objetos ou situações concretas. 

A "Cura de fobias na PNL" é uma técnica que deve ser aplicada por profissionais qualificados. “O sucesso do processo vai muito além de simplesmente seguir uma técnica, já que conta com muitas habilidades de interação do praticante de PNL com a pessoa”, explica André Percia.

Apesar disso, o presidente da SLAPNL revela uma sequência do processo:

1) “Pense na última vez que a fobia se manifestou e perceba a sensação desprazerosa que causava no seu corpo.”

2) “Respire profundamente e relaxe, enquanto representa de alguma forma que aquilo o que chamava de fobia vai sendo representado fora do seu corpo de forma concreta ou abstrata. Quanto mais relaxa e se solta, melhor fica a representação.”

3) “Coloque uma parede de vidro à prova de bala entre você e a coisa representada, enquanto você permite que esta fique menor, sem cor, sem brilho e sem foco até ter suas características bastante modificadas, num ponto em que fica praticamente impossível identificar o que havia lá antes da transformação. Neste ponto, aprofunde a sensação de relaxamento enquanto a imagem desaparece.”

4) “Deixe que rapidamente surja uma imagem grande, colorida, brilhosa, sonora e agradável sobre você, mudando para uma atitude e comportamento próximos do que faz toda a diferença para a mudança já iniciada.”

5) “Quando gostar bastante do que vê, ouve e sente, deixe que isso seja representado, entrando no seu corpo e se propagando por todo o seu ser. De alguma forma isso vai se espalhando e convidando todo o seu ser para uma mudança significativa. Preste atenção nesta sensação se espalhando por você e para além de você, na medida em que vai se dando conta de como respira de forma saudável.”

Diante da situação ou contexto da fobia, é desejável colocar o foco em outra coisa, pessoa ou situação. Por exemplo: no caso de fobia de avião, recomenda-se que a pessoa leia um livro interessante ou ouça suas músicas preferidas durante o voo.

“Além disso, pratique diariamente ter atitudes e comportamentos mais saudáveis que, de alguma forma, contribuam para um resultado diferente, desfazendo sempre que possível a sequência que construía o estado da fobia”, completa André Percia, presidente da SLAPNL.
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