Entrevista

por Licinaira Barroso
Foto: Patrice Thomaz


Fã de carros possantes, seu favorito é a Mercedes SLK conversível, Mônica Veloso é uma mulher - ou melhor, um mulherão - de parar o trânsito (no bom sentido, é claro). Apresentadora do programa automobilístico Vrum, a jornalista falou com exclusividade para o Jornal da Savassi sobre sua experiência no mundo dos automóveis e sobre seu retorno à capital mineira, onde, segundo ela mesma fez questão de frisar, não está apenas de passagem.

Ela veio para ficar - e arrasar!

Voltar a morar em Belo Horizonte foi um dos motivos que pesaram na decisão de Mônica Veloso em aceitar o convite para apresentar o Vrum (SBT, domingo, 8 horas). “O outro motivo foi o fato de o programa ser de uma tevê aberta, pois eu tinha muita vontade de voltar para a televisão, mas não queria que fosse em uma emissora a cabo”, conta a jornalista que apresentou, durante 10 anos, os telejornais da Globo, MTTV (do Mato Grosso) e DFTV (de Brasília). 
Natural da cidade de Nanuque, no norte de Minas Gerais, Mônica veio para BH com 8 anos de idade. “Naquela época eu já gostava de tudo ligado à comunicação. Então, a televisão me fascinava, como me fascina até hoje”, revela a virginiana que, quando criança, sonhava em ser atriz. Aos 11 anos convenceu seus pais a ingressá-la na carreira de modelo. Conheceu as passarelas e fez alguns comerciais na TV. Aos 18 anos mudou-se para Cuiabá, onde foi convidada para apresentar o telejornal local. Alguns anos depois, um novo convite: desta vez para ser âncora em Brasília.
No Planalto Central, montou uma produtora de cinema e vídeo. Se especializou em comerciais, documentários e, posteriormente, marketing político. “Com a produtora eu cheguei à conclusão de que o que eu realmente gostava de fazer era televisão, fosse apresentando ou produzindo”, revela a jornalista que está de volta à ancoragem de um programa jornalístico desde março deste ano, quando estreou, em rede nacional, o Vrum, sob o comando de Boris Feldman e Emílio Camanzi.
Mônica assume que, nos primeiros programas, não entendia muito sobre carros. “Se eu tenho domínio do assunto hoje? Aprendi muito. E aprendi porque acho importante saber do que estou falando e porque eu quero continuar no programa. 

O Vrum está crescendo, está melhorando muito, está indo para um caminho diferente dos outros que existem. Então eu tenho a convicção de que é preciso aprender. Não adianta estar lá, posar de bonita e ir embora para casa”, argumenta. 
Além de permanecer no Vrum, Mônica planeja montar um negócio próprio, talvez trazer sua produtora para Minas. “Ainda estou estudando o mercado para ver se vale a pena ou não. De toda forma, quero montar um empreendimento aqui. Eu vim para ficar. Às vezes, fico chateada quando as pessoas falam que eu saí de Brasília no meio do turbilhão e vim correndo para Belo Horizonte para passar uma chuva de verão. Isso não é verdade. Eu poderia ter ido para outro lugar. A escolha que eu fiz foi amadurecida, foi uma escolha consciente, da qual não me arrependo, pelo contrário, estou muito satisfeita aqui”, garante.

Mônica não poupa elogios para falar da capital mineira. “Adoro o clima, ainda é uma cidade segura, tudo é perto e o mineiro é extremamente receptivo. Seja no trabalho, na escolas das minhas filhas, na academia ou nos restaurantes, as pessoas aqui têm sempre boa vontade”, conta a bela morena que, ao ser perguntada sobre o que achava dos homens belo-horizontinos foi enfática: “Eles não são comportados não. Paqueram, pedem o telefone. Agora, tem também os desavisados. Esses são engraçados. Em um restaurante, por exemplo, eles se aproximam, começam a conversar, depois vão para suas mesas e, passado um tempo, voltam falando: ‘nossa, me desculpe, eu não tinha te reconhecido, meus amigos disseram que você é você...’. O cara assusta um pouco. Mas os mineiros não são bobos não, são até muito espertinhos”. 
A única coisa que Mônica diz não gostar em Beagá é o trânsito. “Eu fico irritada com as pessoas que não dão seta”, braveja a jornalista que assume uma “quedinha” pela velocidade. “Gosto de dirigir, adoro acelerar. Carro para mim tem que ter potência e torque. Meu carro dos sonhos? Um Mercedes SLK, conversível de preferência. Ele tem muito a ver comigo, essa coisa de cabelos ao vento, muito sol, eu adoro sol, ele passa sensação de liberdade, de esportividade. E isso combina comigo. O SLK é a minha cara!”


Ping-Pong

SIGNO: Virgem
COR: Branco
FILME: Closer
MÚSICA: Emoções
PERFUME: Eu não sou fiel a perfumes, mas agora eu tenho usado muito Euforia, do Calvin Klein
CASA DE MASSAS: Marília Pizzeria 
RESTAURANTE: O Dádiva
ÍDOLO: Jesus Cristo
LIVRO: O Mundo é Plano
PROGRAMA PREFERIDO: Tomar sol
FRASE: “O universo conspira a meu favor”

Segue abaixo fotos exclusivas do making off 
de Mônica Veloso


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