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O
novo motor Fire 1.4 Flex
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Segue
abaixo os detalhes e as soluções que foram incorporadas
a este novo motor: |
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Novo bloco do motor. Em função da maior cilindrada foi
necessário a fundição de um novo bloco com novas
galerias de água, para refrigeração do motor, e de óleo,
para a lubrificação. Temos, ainda, uma saia maior para
permitir o giro do novo virabrequim.
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Novo cabeçote. Seu novo desenho permite uma maior
facilidade e uniformidade no enchimento da câmara de
combustão, melhorando o rendimento volumétrico.
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Novo coletor de admissão. O comprimento dos dutos de
admissão foi definido em simulação e otimizado para
privilegiar o torque em baixas rotações. Além disso, o
material plástico faz com que a parede interior do
coletor seja menos rugosa, tornando o ar de admissão mais
fluido. Assim, a câmara de combustão se enche com mais
facilidade e uniformidade, resultando em um melhor
rendimento volumétrico. Estão integrados ao coletor de
admissão:
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(Galeria
de combustível, também de plástico;
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(Sensor
de temperatura e pressão absoluta do ar;
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(Sistema
de partida a frio "full group" para a injeção
de gasolina (sistema de partida a frio);
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(Corpo
da borboleta drive by wire.
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Sistema de partida a frio "full group". A
novidade é a existência de dois injetores, um para cada
dois cilindros, que realizam a injeção de gasolina na
partida do motor quando necessário.
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Nova câmara de combustão. A nova câmara tem a melhor
relação possível entre a superfície e o volume. Metade
da câmera é feita na cabeça do pistão, viabilizando um
formato próximo ao da câmara dupla hemisfera. Outra
vangatem é a de ter o maior volume possível embaixo da
vela de ignição, contribuindo para maior velocidade e
regularidade da combustão, principalmente em baixos
giros. Juntamente com os novos cabeçote e
coletor de admissão aumentou em até 20% a
permeabilidade do ar, com um consequente aumento do
rendimento volumétrico.
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* Sistema Drive by Wire. Este
sistema eletrônico de controle de aceleração substitui
o cabo do acelerador. A abertura da borboleta se dá de
forma progressiva em função do torque requerido pelo
motorista naquele momento, sendo controlada pela central
eletrônica. Esse sistema evita trancos na aceleração,
comuns em retomadas e desacelerações abruptas. O veículo
ganha em dirigibilidade e polui muito menos.
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* Top Shim Light. Essa nova tecnologia faz sua estréia no motor Fire 1.4
Flex. Consiste em um novo trem de válvulas com uma
redução de 29% da massa oscilante, conseqüentemente
uma redução de 25% na carga das molas de válvulas. O
resultado é uma redução na potência resistiva,
ocasionando um melhor desempenho e menor consumo.
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Pistões grafitados. Eles geram menor atrito, reduz o
desgaste e melhoram o desempenho.
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Biela fraturada. Possibilita uma maior precisão na
montagem entre a capa de biela e a biela, resultando em
redução de vibração e ruído.
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Sub-bloco em alumínio. O bloco construído de duas peças
é um claro indício da modernidade do projeto. Os mancais
são fundidos no sub-bloco. Vantagens: estrutura mais rígida,
menor peso, redução de ruídos e vibrações.
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Coletor de descarga. Traz marmita catalítica incorporada
(sistema close-coupled), para produzir um baixo nível de
emissões de poluentes. Tanto que o novo motor Fire 1.4
Flex já nasceu cumprindo a quarta fase do Proconve - que
entrará em vigor para 100% da produção somente em 2007.
Uma clara demonstração da preocupação da Fiat Automóveis
com o meio ambiente.
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Taxa de compressão. A taxa de compressão do novo motor
é de 10,35:1, visando um melhor rendimento.
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Central de injeção eletrônica. A central Magneti
Marelli 4SF tem um software de funcionamento para os dois
combustíveis e as infinitas misturas entre eles. Para o
motorista, isso se traduz em um perfeito funcionamento do
motor e um comportamento melhor no dia-a-dia - ou seja,
confiabilidade e prazer ao dirigir.
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Tecnologia Flex. O motor Fire 1.4 já nasceu flex, o que
permite com que funcione a gasolina ou a álcool, em
qualquer proporção dos dois combustíveis. Para isso,
todas as peças que têm contato com o combustível, assim
como a sede das válvulas, receberam tratamento para
suportar o maior poder corrosivo do álcool. |