FIAT LANÇA O NOVO MOTOR FIRE 1.4 FLEX
A união da potência
e do torque com mais economia 



Curitiba - PR - Foi com um grande evento no Museu do Olho, projetado por Oscar Niemeyer em Curitiba   que a Fiat Automóveis lançou o novíssimo motor Fire 1.4 Flex. Econômico, avançado, potente, confiável e limpo. Este motor de sofisticada tecnologia equipa a Linha 2006 das versões ELX dos novos Fiat Palio, Siena e Palio Weekend, e também a pick-up Fiat Strada Fire cabine curta e cabine estendida. Ele gera 80 cv de potência e 12,2 kgmf de torque quando abastecido com gasolina e 81 cv e 12,4 kgmf com álcool. Com este novo propulsor, mais moderno e de melhor desempenho, a linha Palio passa a oferecer opções ainda mais atraentes para o cliente, pois para a Fiat, ela está em constante evolução.

Quem ganha com isso é o mercado e o consumidor que leva um novo motor mais economico, confiável, com baixos níveis de emissões, maior potência e mais torque, gerando com isso mais satisfação. A tecnologia bicombustível representa flexibilidade e economia na hora de abastecer. O belo design, a generosa oferta de equipamentos, o alto nível de segurança e preço competitivo aliado ao novo motor Fire 1.4 Flex vem de encontro a tudo aquilo que o cliente mais quer.

Este novo motor Fire 1.4 Flex chega para substituir e ampliar o sucesso de crítica e de mercado da família Palio com motor 1.3 Flex, com modelos atuando em segmentos em que a Fiat é destaque:



* No segmento B (modelos compactos com motor acima de 1.0), a chegada do Palio 1.3 Flex dobrou a participação da Fiat neste segmento, chegando a 25% em 2004. Mesmo com uma concorrência bem acirrada, esta versão representa 59% do total das vendas do novo Palio. Agora, além do novo motor Fire 1.4 Flex, o modelo também já oferece equipamentos que tipicamente só são vistos em segmentos superiores.



* No segmento das station wagons compactas, o Fiat Palio Weekend é sucesso de mercado e a sua versão ELX 1.3 fica com 38% do total das vendas do modelo. O novo Palio Weekend Fire 1.4 Flex é a opção mais em conta de seu segmento, e possui o maior porta-malas. É, assim, o veículo ideal para a família.



* O Fiat Siena é o único modelo de seu segmento com motores bicombustível. Sua versão ELX 1.3 Flex, em relação ao novo Siena, tem uma participação de 47%. O novo Siena 1.4 Flex dispõe ainda de um amplo porta-malas, generoso espaço interno e muitos equipamentos.



* No segmento das pick-ups compactas, o Fiat Strada Fire 1.4 Flex é o modelo bicombustível mais barato, e também o que tem o menor consumo urbano, tornando-o perfeito para o trabalho no dia-a-dia. Vale lembrar que o modelo está no sexto ano de liderança de vendas no segmento e a sua versão Fire, quando somadas as cabines curta e estendida, lidera o mix da pick-up da Fiat com 61% de participação.


O novo motor Fire 1.4 Flex

Segue abaixo os detalhes e as soluções que foram incorporadas a este novo motor:

* Novo bloco do motor. Em função da maior cilindrada foi necessário a fundição de um novo bloco com novas galerias de água, para refrigeração do motor, e de óleo, para a lubrificação. Temos, ainda, uma saia maior para permitir o giro do novo virabrequim.

* Novo cabeçote. Seu novo desenho permite uma maior facilidade e uniformidade no enchimento da câmara de combustão, melhorando o rendimento volumétrico.

* Novo coletor de admissão. O comprimento dos dutos de admissão foi definido em simulação e otimizado para privilegiar o torque em baixas rotações. Além disso, o material plástico faz com que a parede interior do coletor seja menos rugosa, tornando o ar de admissão mais fluido. Assim, a câmara de combustão se enche com mais facilidade e uniformidade, resultando em um melhor rendimento volumétrico. Estão integrados ao coletor de admissão:

(Galeria de combustível, também de plástico;

(Sensor de temperatura e pressão absoluta do ar;

(Sistema de partida a frio "full group" para a injeção de gasolina (sistema de partida a frio);

(Corpo da borboleta drive by wire.

* Sistema de partida a frio "full group". A novidade é a existência de dois injetores, um para cada dois cilindros, que realizam a injeção de gasolina na partida do motor quando necessário.

* Nova câmara de combustão. A nova câmara tem a melhor relação possível entre a superfície e o volume. Metade da câmera é feita na cabeça do pistão, viabilizando um formato próximo ao da câmara dupla hemisfera. Outra vangatem é a de ter o maior volume possível embaixo da vela de ignição, contribuindo para maior velocidade e regularidade da combustão, principalmente em baixos giros. Juntamente com os novos cabeçote e  coletor de admissão aumentou em até 20% a permeabilidade do ar, com um consequente aumento do rendimento volumétrico.

* Sistema Drive by Wire. Este sistema eletrônico de controle de aceleração substitui o cabo do acelerador. A abertura da borboleta se dá de forma progressiva em função do torque requerido pelo motorista naquele momento, sendo controlada pela central eletrônica. Esse sistema evita trancos na aceleração, comuns em retomadas e desacelerações abruptas. O veículo ganha em dirigibilidade e polui muito menos.

* Top Shim Light. Essa nova tecnologia faz sua estréia no motor Fire 1.4 Flex. Consiste em um novo trem de válvulas com uma  redução de 29% da massa oscilante, conseqüentemente uma redução de 25% na carga das molas de válvulas. O resultado é uma redução na potência resistiva, ocasionando um melhor desempenho e menor consumo.

* Pistões grafitados. Eles geram menor atrito, reduz o desgaste e melhoram o desempenho.

* Biela fraturada. Possibilita uma maior precisão na montagem entre a capa de biela e a biela, resultando em redução de vibração e ruído.

* Sub-bloco em alumínio. O bloco construído de duas peças é um claro indício da modernidade do projeto. Os mancais são fundidos no sub-bloco. Vantagens: estrutura mais rígida, menor peso, redução de ruídos e vibrações.

* Coletor de descarga. Traz marmita catalítica incorporada (sistema close-coupled), para produzir um baixo nível de emissões de poluentes. Tanto que o novo motor Fire 1.4 Flex já nasceu cumprindo a quarta fase do Proconve - que entrará em vigor para 100% da produção somente em 2007. Uma clara demonstração da preocupação da Fiat Automóveis com o meio ambiente.

* Taxa de compressão. A taxa de compressão do novo motor é de 10,35:1, visando um melhor rendimento.

* Central de injeção eletrônica. A central Magneti Marelli 4SF tem um software de funcionamento para os dois combustíveis e as infinitas misturas entre eles. Para o motorista, isso se traduz em um perfeito funcionamento do motor e um comportamento melhor no dia-a-dia - ou seja, confiabilidade e prazer ao dirigir.

* Tecnologia Flex. O motor Fire 1.4 já nasceu flex, o que permite com que funcione a gasolina ou a álcool, em qualquer proporção dos dois combustíveis. Para isso, todas as peças que têm contato com o combustível, assim como a sede das válvulas, receberam tratamento para suportar o maior poder corrosivo do álcool.


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